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Marrocos e o destino

A ida do maridão para Marrocos trouxe muitos imprevistos, peripécias, aventura e muitas saudades. É aqui que irei tentar "expulsar" os medos, as tristezas, as alegrias e as saudades.

Marrocos e o destino

A ida do maridão para Marrocos trouxe muitos imprevistos, peripécias, aventura e muitas saudades. É aqui que irei tentar "expulsar" os medos, as tristezas, as alegrias e as saudades.

No meu tempo neste dia íamos em grupo pedir o Bolinho ou o Pão por Deus. Chegavamos a casa e despejavamos o saco. Eram castanhas, broinhas, rebuçados, sugus, pastilhas gorila e moedas. Tudo misturados como mandava a tradição (Microbios? Não existiam).

Na altura da minha filha e apesar de vivermos na cidade a coisa era igual e não havia criança que no dia 1 não pegasse na sua saca e não fosse bater às portas.

Há uns anos para cá cada vez é mais raro ver esse cenário.

Era chato ouvir a campainha a tocar sem parar, ouvir os putos a gritarem e ter de abrir a porta de 5 em 5 minutos, quando me apetecia ficar na cama, mas confesso que me entristece ver que as tradições estão a acabar.

O ano passado comprei algumas guloseimas para oferecer caso aparecessem por aqui os miúdos. Não apareceram e fui eu e a minha filha que fizemos o sacrifício  as comemos todas. Este ano ainda que tenha hesitado acabei por as comprar novamente.

Espero não ter de as comer e estragar as minhas idas ao ginásio.

 

 

 

2 comentários

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    marrocoseodestino 03.11.2016 07:18

    Eu como não tenho crianças já não o posso fazer, mas gostava que por cá tivessem passado.
    Dizem que na cidade ouve zonas com muitos miúdos, mas pelos meus lados não apareceu nenhuma. Vou ter de comer os doces que comprei
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