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Marrocos e o destino

A ida do maridão para Marrocos trouxe muitos imprevistos, peripécias, aventura e muitas saudades. É aqui que irei tentar "expulsar" os medos, as tristezas, as alegrias e as saudades.

Marrocos e o destino

A ida do maridão para Marrocos trouxe muitos imprevistos, peripécias, aventura e muitas saudades. É aqui que irei tentar "expulsar" os medos, as tristezas, as alegrias e as saudades.

Ultimamente tenho visto algumas reportagens sobre pessoas assassinadas e desaparecimentos e a forma fria e descontraída como falam dos casos deixam-me a pensar. Acabei de ver uma entrevista sobre o Rodrigo no CMTV e além de ficar chocada com as perguntas do "jornalista" fiquei chocada como a mãe se mostrou. Fiquei a pensar que ali falta qualquer coisa.

Como se consegue dar uma entrevista calmamente quando se tem um filho desaparecido há uma semana? O jornalista pergunta " Já falou com o pai do Rodrigo depois de ele desaparecer?" e a senhora responde "Não, não falei trato-me muito mal, não me queria dar o divorcio e não falamos" . Não vi emoção, preocupação, desespero, pânico...

Oh, porra então num caso destes não será caso para deixar de lado todas as guerras?

É certo que cada um tem a sua forma de mostrar sentimentos, mas parece-me que uma mãe tem um filho desaparecido em que não sabe se está morto ou vivo tenha em comum a emoção verdadeira estampada no rosto. E aqui não senti nada disso.

Eu própria não falo com o pai da minha filha, mas se algo acontecesse ele seria uma das primeiras pessoas que contactaria.

Não posso deixar de desejar que o rapaz apareça rapidamente são e salvo.

Nota: Este post foi editado, uma vez que consegui encontrar o vídeo onde se vê a reportagem.

 

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