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Marrocos e o destino

A ida do maridão para Marrocos trouxe muitos imprevistos, peripécias, aventura e muitas saudades. É aqui que irei tentar "expulsar" os medos, as tristezas, as alegrias e as saudades.

Marrocos e o destino

A ida do maridão para Marrocos trouxe muitos imprevistos, peripécias, aventura e muitas saudades. É aqui que irei tentar "expulsar" os medos, as tristezas, as alegrias e as saudades.

Apesar de ter lareira raramente a acendemos, mas nesta altura natalícia parece que acende-la torna o ambiente mais acolhedor.

Como não tínhamos lenha decidimos sair de casa para  a ir comprar ao sitio do costume ou seja ao lenhador.

O funcionário estava a acabar de atender outro cliente quando nos pergunta:

-Quanta lenha querem?

- Uns 3 sacos.

- Trazem sacos?

-Não, não trazemos.

- Não estou aqui para dar sacos.

Ainda fiquei alguns segundos  a tentar perceber se estava a entender mal, mas o homem rapidamente me tirou as duvidas.

- Não sou obrigado a dar sacos...

-Nós pagamos os sacos não se preocupe.

Nos anos anteriores não tinha havido problema nenhum. Pedíamos X sacos e pagávamos o que nos pedia.

C`um caraças que o homem não parava com a lenga lenga. Eu e o Miguel olhamos um para o outro já irritados e diz ao fulano " Olhe fique com os sacos e com a lenha que há mais quem venda.".

Eu até entendia se o fulano dissesse que não tinha sacos, mas dizer que não era obrigado a dar sacos quando nunca dissemos que os queríamos de borla é que não podia aceitar.

Parece-me que este ano graças à besta não vai haver lareira acesa.

Vendo o lado positivo da coisa, não vou ter de acartar a lenha até ao 2º andar, não vou ter de tirar a cinza e não vou ter a casa a cheirar a fumo.

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