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Marrocos e o destino

A ida do maridão para Marrocos trouxe muitos imprevistos, peripécias, aventura e muitas saudades. É aqui que irei tentar "expulsar" os medos, as tristezas, as alegrias e as saudades.

Marrocos e o destino

A ida do maridão para Marrocos trouxe muitos imprevistos, peripécias, aventura e muitas saudades. É aqui que irei tentar "expulsar" os medos, as tristezas, as alegrias e as saudades.

Depois de espreitar o placar com os voos e depois de ver que o nosso ainda não constava aguardamos. Queríamos despachar as malas para depois podermos andar descansados, mas não havia maneira de vermos o nosso voo anunciado. Acabamos por ir até às informações que nos mandaram ir a outro balcão e depois a outro. Confesso que começava a ficar um pouco irritada. Finalmente acabamos por saber que podíamos fazer o check in nas maquinas e que depois de saírem as etiquetas para as malas as podíamos colocar no tapete rolante. Na altura pensei " O quê, aqui a menina é que vai tratar de tudo? , "As malas chegam ao destino ou vou acabar por as enviar para outro lado?".

Pelo sim pelo não achei melhor ser o Miguel a carregar nas teclas. Malas enviadas fomos passar, ou melhor tentar passar nas passagens electrónicas. Varias mexidelas no bilhete para baixo, para cima, para o lado e nada da portinhola abrir. É que nem o meu nem o dele. As outras pessoas conseguiam sem problema e nós aselhas (pensava eu) nada. Fomos ter com uma funcionaria que depois de varias tentativas falhadas, também nos deixou passar noutro local. Parece que havia uma falha no código de barras.

Chagada à zona que está a policia eu passei sem problema, mas quando foi a vez do Miguel pediram-lhe para abrir a mochila.  Então não é que ele tinha lá uma canivete? Um pequeno canivete, mas não deixava de ser uma arma branca.

O que é que aconteceu? 

 

 

 

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